Autor: REGA BRASIL

Sobre REGA BRASIL

A Rede de Grupos de Agroecologia do Brasil (REGA Brasil) articula e integra os grupos que atuam com agroecologia no pais.

Rodas de Diálogo Campanha Maio Agroecológico 2020

1ª Roda de Diálogo: TRABALHO RURAL E CICLO DE CONSUMO: Desafios e Potencialidades.

Roda mediada por Julia Jardim (Fortaleza/CE), com os convidados Eduardo Guatimosim (Grupo de Consumo Responsável- Jerivá/RS) e Valter França (Comunidade que Sustenta a Agricultura (CSA) de Pernambuco), que compartilharam experiências sobre circuitos curtos de comercialização de alimentos e articulação local; conexão entre produtores e consumidores; ciclo de consumo de comercialização por vias ecologicamente sustentáveis e socialmente justas, que fortalece a permanência do homem e da mulher no campo e leva a cada família o direito à Soberania Alimentar.

Este espaço teve como resultado a produção de uma Cartilha, em breve estará disponível.

2ª Roda de Diálogo: DIÁLOGOS PANC: Agrobiodiversidade de Plantas Alimentícias Não Convencionais.

Roda mediada por Letícia Falcão (São Lourenço do Sul/RS) com a convidada Jaqueline Durigon (Amiga PANC – Bióloga/RS) e os convidados Giuliano Nyabinghi (Agricultor Ecológico/RJ) com participação de Formigão (integrante do SAFE/UFPE), exploraram eixos temáticos que permeiam as PANC: extensão universitária, alimentação nutracêutica e saberes tradicionais. Também trouxeram a discussão sobre a importância da divulgação de informações quanto suas identificações, formas de uso e de como seu plantio, beneficiamento e comércio são propícios, “PANC é o alimento da Agroecologia”.

3° Roda de Diálogo: Agroecologia Urbana.

Roda mediada por Luisa Mushu (Rede de Agroecologia da UFRJ – Rio de Janeiro/RJ) e Matheus Cremona (Capim Limão – Rio de Janeiro/RJ), com a convidada Ana Santos (Co-fundadora do CEM – Centro de Integração da Serra da Misericórdia) e o convidado Jorge Tornnera Jr. (Horto Comlurb / LabEA – Laboratório Vivo de Educação Ambiental e Gerenciamento de Resíduos), que trouxeram elementos de articulação comunitária e movimentos sociais urbanos agroecológicos, sobre autogestão, manejo sustentável de resíduos sólidos, compostagem e plantio, elevando a autonomia, empoderamento social e emancipação comunitária. Com experiências de ocupação produtiva de espaços ociosos, mostrando que sim, a AGROECOLOGIA é uma solução para as metrópoles.

4° Roda de Diálogo: BIOPODER CAMPONÊS: e o papel da bombeira(o) agroecológica(o)

Roda mediada por Juzera (São Lourenço/RS) com os convidados “Bombeiros Agroecológicos”: Lucas Kehl (Viçosa/MG) e Oliver Blanco (Assis/SP) que facilitaram o espaço dialogando sobre a importância da organização social e territorial para promoção da soberania e empoderamento camponês, assim como as potencialidades das tecnologias camponesas como a água de vidro, o fosfito, a cromatografia de Pfeiffer e campo metagenômica.

5° Roda de Diálogo: ALIMENTAÇÃO VIVA e a medicina dos germinados, brotos, fermentados e probióticos.

Roda mediada por Rafaele Nunes (Quintal de Voinha – Recife/PE), com as convidadas Luciane Menezes (Agricultora de Aldeia Velha/RJ) e Aline Dias (Agente de Saúde Integrada /SP e CE), que compartilharam suas experiências de como a Alimentação Viva chegou em suas vidas, seu potencial curativo de elevação da imunidade e os benefícios de se alimentar de forma alcalinizante e consciente.

Também foram compartilhadas experiências sobre prebióticos, probióticos e fermentação (kombucha, kefir, chucrute, fermentação selvagem…) e sua importância no reflorestamento das bactérias positivas na flora intestinal; sobre processo de germinação/brotos e com receita de suco verde, instigando o alinhamento dos hábitos alimentares ao uso de plantas nativas alimentícias e a biodiversidade disponível pela natureza em sua safra e o melhor de tudo, de forma acessível e local.

Alimentação Viva e suas medicinas

5° Roda de Diálogo da Campanha Maio Agroecológico

Roda mediada por Rafaele Nunes (Quintal de Voinha – Recife/PE), com as convidadas Luciane Menezes (Agricultora de Aldeia Velha/RJ) e Aline Dias (Agente de Saúde Integrada /SP e CE), que compartilharam suas experiências de como a Alimentação Viva chegou em suas vidas, seu potencial curativo de elevação da imunidade e os benefícios de se alimentar de forma alcalinizante e consciente.

Também foram compartilhadas experiências sobre prebióticos, probióticos e fermentação (kombucha, kefir, chucrute, fermentação selvagem…) e sua importância no reflorestamento das bactérias positivas na flora intestinal; sobre processo de germinação/brotos e com receita de suco verde, instigando o alinhamento dos hábitos alimentares ao uso de plantas nativas alimentícias e a biodiversidade disponível pela natureza em sua safra e o melhor de tudo, de forma acessível e local.

BIOPODER CAMPONÊS: e o papel da bombeira(o) agroecológica(o)

4° Roda de Diálogo da Campanha Maio Agroecológico

Roda mediada por Juzera (São Lourenço/RS) com os convidados “Bombeiros Agroecológicos”: Lucas Kehl (Viçosa/MG) e Oliver Blanco (Assis/SP) que facilitaram o espaço dialogando sobre a importância da organização social e territorial para promoção da soberania e empoderamento camponês, assim como as potencialidades das tecnologias camponesas como a água de vidro, o fosfito, a cromatografia de Pfeiffer e campo metagenômica.

Agroecologia Urbana

3° Roda de Diálogo da Campanha Maio Agroecológico

Roda mediada por Luisa Mushu (Rede de Agroecologia da UFRJ – Rio de Janeiro/RJ) e Matheus Cremona (Capim Limão – Rio de Janeiro/RJ), com a convidada Ana Santos (Co-fundadora do CEM – Centro de Integração da Serra da Misericórdia) e o convidado Jorge Tornnera Jr. (Horto Comlurb / LabEA – Laboratório Vivo de Educação Ambiental e Gerenciamento de Resíduos), que trouxeram elementos de articulação comunitária e movimentos sociais urbanos agroecológicos, sobre autogestão, manejo sustentável de resíduos sólidos, compostagem e plantio, elevando a autonomia, empoderamento social e emancipação comunitária. Com experiências de ocupação produtiva de espaços ociosos, mostrando que sim, a AGROECOLOGIA é uma solução para as metrópoles.

DIÁLOGOS PANC: Agrobiodiversidade de Plantas Alimentícias Não Convencionais.

2ª Roda de Diálogo da Campanha Maio Agroecológico

Roda mediada por Letícia Falcão (São Lourenço do Sul/RS) com a convidada Jaqueline Durigon (Amiga PANC – Bióloga/RS) e os convidados Giuliano Nyabinghi (Agricultor Ecológico/RJ) com participação de Formigão (integrante do SAFE/UFPE), exploraram eixos temáticos que permeiam as PANC: extensão universitária, alimentação nutracêutica e saberes tradicionais. Também trouxeram a discussão sobre a importância da divulgação de informações quanto suas identificações, formas de uso e de como seu plantio, beneficiamento e comércio são propícios, “PANC é o alimento da Agroecologia”.

Trabalho Rural e Ciclo de Consumo: Desafios e Potencialidades.

1ª Roda de Diálogo da Campanha Maio Agroecológico.

Mediada por Julia Jardim (Fortaleza/CE), com os convidados Eduardo Guatimosim (Grupo de Consumo Responsável- Jerivá/RS) e Valter França (Comunidade que Sustenta a Agricultura (CSA) de Pernambuco), que compartilharam experiências sobre circuitos curtos de comercialização de alimentos e articulação local; conexão entre produtores e consumidores; ciclo de consumo de comercialização por vias ecologicamente sustentáveis e socialmente justas, que fortalece a permanência do homem e da mulher no campo e leva a cada família o direito à Soberania Alimentar.

Este espaço teve como resultado a produção de uma Cartilha.

Manejo Agroecológico

Em construção…

Sementes

CPT. Conhecendo e Resgatando Sementes Crioulas. 2006 – Sementes Crioulas

Biodinâmica

GOETHEANUM. Los Preparados: el corazón de la agricultura biodinámica. Documentación del Congreso de Agricultura Dornach/Suiza 2018 – Los preparados

Agrofloresta e manejo tradicional

ANDERSON, Anthony Bennett; POSEY, Darrell Addison. Manejo de cerrado pelos índios Kayapó. (1985) – Manejo do cerrado pelos índios Kayapó

DE ROBERT, Pascale et al. A beleza das roças: agrobiodiversidade Mebêngôkre-Kayapó em tempos de globalização. (2012). – https://bit.ly/2PwUKTf

IPETERRAS. Agroflorestas no combate à desertificação. 2007 – Agrofloresta no combate a desertificação

MAY, P.; TROVATTO, C. Manual agroflorestal para a Mata Atlântica. 2008. – https://bit.ly/2NS2U6P

NETO, E., MESSERSCHMIDT, N. STEENBOCK, W., MONNERAT, P. Agroflorestando o mundo de facão a trator. 2016 – https://bit.ly/2d7r6SU

STEENBOCK, W., VEZZANI, F. Agrofloresta: aprendendo a produzir com a natureza. 2013. – https://bit.ly/2kjsUhM

Cosmética Natural

SAUIPE. Manual de Introdução à Cosmética Natural – CARTILHA COSMÉTICA NATURAL_SAUIPE

Formação Política

Foram selecionados textos variados para apresentar um panorama amplo de ideias que ajudem a entender nosso mundo e o contexto de conflitos e lutas em que a agroecologia se insere. Não necessariamente temos concordância com a totalidade dos conteúdos: são apenas indicações de obras relevantes para nossas discussões e ações. Que nossa formação teórica alimente nossas práticas e que nossas práticas alimentem, renovem e adaptem as teorias às nossas realidades. Visão sem ação é sonho, ação sem visão é pesadelo.

*Os textos estão separados por tema, em ordem alfabética por autor.

Algumas chaves para entender o capitalismo

BOLTANSKI, Luc; CHIAPELLO, Eve. O Novo Espírito do Capitalismo(2009). – https://bit.ly/2OZ6uRo

FERREIRA, Andrey Cordeiro. Trabalho e ação: o debate entre Bakunin e Marx e sua contribuição para uma sociologia crítica contemporânea. (2010). – https://bit.ly/2ROClTt

FERREIRA, A. C.; TONIATTI, T. (org.) De baixo para cima e da periferia ao centro: textos políticos, filosóficos e de teoria sociológica de Mikhail Bakunin. (2014).- https://bit.ly/2IUDmp0

HARVEY, David. A acumulação via espoliação. In: O Novo Imperialismo (2004). – https://bit.ly/2PD80G0

HARVEY, David. O Enigma do Capital (2011) – https://bit.ly/2CcdV0y

KROPOTKIN, Piotr. Apoio mútuo: um fator de evolução (2009). – https://bit.ly/2Lg4G4s

LUXEMBURGO, Rosa. Reforma ou Revolução. (1900) – https://bit.ly/2pTkbTQ

MARX, Karl. Acumulação primitiva. (Cap. 24) In: O Capital. (1867) – https://bit.ly/2MsTKB9

POLANYI, Karl. O Moinho Satânico. In. A grande transformação. (2013). – https://bit.ly/2PydGRB

PRZEWORSKI, Adam. A social-democracia como fenômeno histórico(1988). – https://bit.ly/2OVyNjz

ROCHA, P.H. Reforma ou Revolução: debate ultrapassado ou constantemente renovado? (2016) – https://bit.ly/2AfoiPZ

Geopolítica, Questão agrária e a Natureza em disputa

BOMBARDI, Larissa Mies. Geografia do Uso de Agrotóxicos no Brasil e Conexões com a União Europeia. (2017) – https://drive.google.com/file/d/1ci7nzJPm_J6XYNkdv_rt-nbFmOETH80G/view

BRUNO, Regina; DE SOUZA MARTINS, José. Senhores da terra, senhores da guerra: a nova face política das elites agroindustriais no Brasil. (1997). – Senhores da Terra Senhores da Guerra

DE CASTRO, Josué. Geopolítica da fome. (1978). – https://bit.ly/28JxTgU

DELGADO, Guilherme Costa. Do capital financeiro na agricultura à economia do agronegócio: mudanças cíclicas em meio século (1965-2012). (2012). – DoCapitalFinanceiroNaAgricultura

GEORGE, Susan. A Revolução Verde. In: O Mercado da Fome (1978) – A Revolução Verde

GUDYNAS, E. Diez tesis urgentes sobre el nuevo extractivismo: contextos y demandas bajo el progresismo sudamericano actual https://bit.ly/2yib7w5

LOPES, Carlos. Crescimento econômico e desigualdade: As novidades pós Consenso de Washington. (2011). – https://bit.ly/2JsBmn2

MARIUTTI, Eduardo Barros. Considerações sobre a perspectiva do sistema-mundo. (2004). – https://bit.ly/2OlQhWS

OLIVEIRA, Ariovaldo Umbelino. Modo de Produção Capitalista, Agricultura e Reforma Agrária. (2007) – https://bit.ly/2OZyPa4

PORTO-GONÇALVES, Carlos Walter. Geografia da riqueza, fome e meio ambiente: pequena contribuição crítica ao atual modelo agrário/agrícola de uso dos recursos naturais. (2004). – https://bit.ly/2OWXe05

ZIBECHI, Raúl. Brasil potência: entre a integração regional e um novo imperialismo. (2012). – https://bit.ly/2RJb0Sq

América Latina, (De)Colonialismo e Ecologia

ALIER, Juan Martínez. De la economía ecológica al ecologismo popular.(1994).

ALIMONDA, Héctor. La naturaleza colonizada: ecologia politica y mineria en America Latina. (2011). – https://bit.ly/2OlAZBv

BOOKCHIN, Murray. La ecología de la libertad: el surgimiento y la disolución de la jerarquía. (2000). – La Ecología de la Libertad.

CASTORIADIS, Cornelius. COHN-BENDIT, Daniel. Da Ecologia à Autonomia. (1981). – https://bit.ly/2OTYMYO

COMPOSTO, Claudia; NAVARRO, Mina Lorena. Claves de lectura para comprender el despojo y las luchas por los bienes comunes naturales en América Latina. In: Territorios en disputa. Despojo capitalista, luchas en defensa de los bienes comunes naturales y alternativas emancipatorias para América Latina (2014). – https://bit.ly/2Or0KAr

DILGER, Gerhard; LANG, Miriam; PEREIRA FILHO, Jorge. Descolonizar o imaginário: Debates sobre pós-extrativismo e alternativas ao desenvolvimento. (2016) – https://bit.ly/2A7U5SH

ESCOBAR, Arturo. Sentipensar con la tierra. Nuevas lecturas sobre desarrollo, territorio y diferencia. (2014). – https://bit.ly/2OmRYmN

FANON, Frantz. Os condenados da terra. (1961) – https://bit.ly/2IxwaNt

FERREIRA, Andrey Cordeiro. Colonialismo, capitalismo e segmentaridade: nacionalismo e internacionalismo na teoria e política anticolonial e pós-colonial. (2014). – https://bit.ly/2RPYwJ1

FOSTER, John Bellamy. A ecologia da economia política marxista. (2012). – https://bit.ly/2ITme2M

GALEANO, Eduardo. As veias abertas da América Latina. (1979) – https://bit.ly/2IVsCGK

PORTO-GONÇALVES, Carlos Walter. A ecologia política na América Latina: reapropriação social da natureza e reinvenção dos territórios. (2012) – https://bit.ly/2NHxeB8

SVAMPA, Maristella Noemi. Consenso de los Commodities y lenguajes de valoración en América Latina. (2013). – https://bit.ly/2OpbY8y

Resistências: Classe, raça, gênero, etnicidade

ALMEIDA, Mauro W. et al. Direitos à floresta e ambientalismo: seringueiros e suas lutas. (2004). – https://bit.ly/2Pw5ml3

BRUNO, Lúcia Barreto. O que é autonomia operária. (1990). – https://bit.ly/2pPATTW

CLASTRES, Pierre. A sociedade contra o Estado. (2014) – https://bit.ly/2PwIamV

DAVIS, Angela. Mulheres, raça e classe. (2016). – https://bit.ly/2PwIIsZ

DA SILVA, Selmo Nascimento. O bakuninismo: ideologia, teoria, estratégia e programa revolucionário anarquista. – https://bit.ly/2CG9FaI

DE SOUZA, Marcelo Lopes. Com o estado, apesar do estado, contra o estado: os movimentos urbanos e suas práticas espaciais, entre a luta institucional e a ação direta. (2010). – https://bit.ly/2yC2ewW

ERVIN, Lorenzo Kom’boa. Anarquismo e revolução negra. (2015).- https://bit.ly/2htB2YW

EZLN. Declaraciones de la Selva Lacandona. https://bit.ly/2pZiFQ9

EZLN. La libertad según l@s zapatistas – https://bit.ly/2CHb6pl

FEDERICI, Silvia. Calibã e a bruxa: mulheres, corpo e acumulação primitiva. (2017). – https://bit.ly/2RNGw1M

FERREIRA, Andrey Cordeiro. Pensamento e práticas insurgentes: Anarquismo e autonomias nos levantes e resistências do capitalismo no século XXI. (2016) – https://bit.ly/2RODcn9

FERREIRA, Andrey Cordeiro. Tutela e resistência indígena: etnografia e história das relações de poder entre os Teréna e o estado brasileiro (2013)

FOB. A luta do povo negro e a emancipação da classe trabalhadora. In. Anarquismo Anticolonial (2017) – https://bit.ly/2ISRWwY

GUZMÁN, Eduardo Sevilla; DE MOLINA, Manuel González. Sobre a evolução do conceito de campesinato. (2005). – https://bit.ly/2NGTdbd

HARDT, Michael; NEGRI, Antonio. Multidão. 2005. – https://drive.google.com/file/d/0By3ixexAlZGFaV9MSy0tYUFDSlU/view

IANNI, Octávio. Revoluções camponesas na América Latina. (1985) – Revoluções Camponesas na América Latina

KOPENAWA, Davi; ALBERT, Bruce. A queda do céu: palavras de um xamã yanomami (2015)

MARCOS, Valéria de. A construção do território camponês: entre velhas e novas utopias. (2005) – https://bit.ly/2NFfHJD

MOURA, Clóvis. Os quilombos e a rebelião negra. (1987). – Os Quilombos e a Rebelião Negra – 1986

OLIVEIRA, Ariovaldo Umbelino de. A longa marcha do campesinato brasileiro: movimentos sociais, conflitos e Reforma Agrária. (2001). – https://bit.ly/2p8OeEN

SILIPRANDI, Emma. Mulheres e agroecologia: transformando o campo, as florestas e as pessoas. (2015). – https://bit.ly/20Mzqrx

WOLF, Eric Robert. Guerras camponesas do século XX. (1984). – https://bit.ly/2IVAM1W

Armadilhas

BERNARDO, João. Labirintos do Fascismo: na encruzilhada da ordem e da revolta. (2015) – https://bit.ly/2Ic0635

COUTINHO, Joana Aparecida. ONGs e políticas neoliberais no Brasil. (2011).

FREEMAN, Jo. A tirania das organizações sem estrutura (1970) – https://bit.ly/1rajQua

GELDERLOOS, Peter. Como a não-violência protege o estado. Deriva, 2011. – https://bit.ly/2ym1rkp

HALE, Charles R. Does multiculturalism menace? Governance, cultural rights and the politics of identity in Guatemala. (2002). – https://bit.ly/2yCJzRB

HARVEY, David. Condição Pós-moderna (1989).

PACS, Cartilha. Responsabilidade social pra quê e pra quem? Análise crítica dos projetos de responsabilidade social corporativa da ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico – TKCSA, em Santa Cruz, Rio de Janeiro, Brasil – https://bit.ly/2QNNQJq

THOMAS, Tom. Um capitalismo verde? Um reformismo verde: a solução agrava o problema. In: A Ecologia do Absurdo. (1994)

VIÉGAS, Rodrigo Nuñez. O campo da resolução negociada de conflito: o apelo ao consenso e o risco do esvaziamento do debate político. (2016). – https://bit.ly/2RMXRaY

ZIBECHI, Raúl; MACHADO, Decio. Os limites do progressismo: sobre a impossibilidade de mudar o mundo de cima para baixo.(2017). – https://bit.ly/2ROIter

Agroecologia – Origens e debates

A agroecologia não é entendida da mesma forma em todas as partes do mundo. Estes textos apresentam o panorama histórico da origem e disseminação do termo, bem como os debates atuais em torno do seu significado. As indicações de leitura são só subsídios para nossas discussões e ações. Não necessariamente temos concordância com a totalidade dos conteúdos. Os textos estão em ordem alfabética por autor.

ALTIERI, M. Breve reseña sobre los orígenes y evolución de la Agroecología en América Latina. (2015) – https://bit.ly/2pNU94i

GIRALDO e ROSSET. La Agroecologia en una encruzijada: entre la institucionalidad y los movimientos sociales. (2017) – https://bit.ly/2yoKSV9

GLIESSMAN, S. R. Agroecología: plantando las raíces de la resistencia. (2013). – https://bit.ly/2A9eCGR

HECHT S.B. The evolution of agroecological thought, in: Altieri M.A. (Ed.), Agroecology: the science of sustainable agriculture. (1995) – Agroecology-The-Science-Of-Sustainable-Agriculture-Altieri

NORDER, L. et al. Agroecologia: Polissemia, Pluralismo e Controvérsias. (2016) – https://bit.ly/2CGOci1

SEVILLA GUZMÁN, E. Sobre los orígenes de la agroecologia en el pensamiento marxista y libertario. (2011) – https://bit.ly/2ylhsad

SEVILLA GUZMÁN, E. e WOODGATE, G. Agroecología: Fundamentos Del Pensamiento Social Agrario Y Teoría Sociológica. (2013) – https://bit.ly/2yCw1W9

SOCLA. Reflexiones sobre la reunión regional de la FAO sobre Agroecología para África subsahariana. (2015) – https://bit.ly/2yiJ5AL

VIA CAMPESINA. Declaração do Fórum Internacional de Agroecologia. Selingué, Mali (2015) – https://bit.ly/2EjRNEo

WEZEL, A. et al Agroecology as a science, a movement and a practice. A review. (2009). – https://bit.ly/2OTURey

 

Agroecologia no Brasil

BENSADON, Ligia Scarpa et al. Tecendo projetos políticos: a trajetória da Articulação Nacional de Agroecologia. (2016). – https://bit.ly/2pQCRn1 (artigo) ou https://bit.ly/2yz5KrS (dissertação completa)

LUZZI, Nilsa. O debate agroecológico no Brasil: uma construção a partir de diferentes atores sociais. (2007) – https://bit.ly/2EhzD5W (tese completa) ou https://bit.ly/2QLQJKL (artigo)

Biblioteca

Este é um espaço formativo, dedicado a disponibilizar materiais variados para nosso estudo. As diferentes abas contém indicações de livros, filmes, textos e artigos acadêmicos sobre a trajetória da Agroecologia no mundo e no Brasil; sobre a trajetória da REGA e demais organizações agroecológicas brasileiras; sobre questão agrária, campesinato, saberes tradicionais e conflitos étnicos, teoria política, formas de organização e muito mais.

Que nossa formação política e teórica alimente nossas práticas e nossas práticas renovem, alimentem e adaptem estas teorias às nossas realidades.

Visão sem ação é sonho. Ação sem visão é pesadelo